Mahadeva Lakshmi

Olá meus Amores! Muito prazer!

Sou Mahadeva Lakshmi e quero trazer para vocês a minha história.

Quem sabe não consigo te inspirar e mostrar que com foco, determinação, amor ao que se faz, fé e persistência tudo é possível! 😉

Minha trajetória

Desde pequena, quando me perguntavam o que eu queria ser quando crescesse sempre disse que queria ajudar as pessoas! Pensei em ser médica, psicóloga, terapeuta e até mesmo cuidadora! Sempre me vi atuando com pessoas e que poderia ajudá-las a ter uma vida melhor.

Minha espiritualidade começou também na infância. Nasci dentro de uma família espiritualista, com foco maior no Kardecismo, mas aberta a todos os campos da espiritualidade.

Aos 12 anos tive um sério problema de saúde e fiquei internada por 22 dias. Descobriram que eu tinha uma doença crônica e autoimune chamada artrite reumatoide, acompanhada de cardiomegalia (coração grande) e sopro no coração.

Minha família ficou desesperada pois no melhor dos casos eu teria uma vida limitante com atrofia nas articulações e no pior…. imaginem!

Em meio a orações e promessas pelos familiares, fui melhorando, melhorando e me curei! Sério! Não tenho absolutamente mais nada… Nem artrite, nem cardiomegalia, nem sopro… só o coração (filosófico) que permanece grande! ♥

Pois bem! Um milagre aconteceu… Uma das promessas de mamãe era de que eu iria (nem que fosse amarrada) a um centro espírita, e lá ia eu e toda minha família aos sábados para ouvir palestras e tomar passes.

Com isso, o tempo foi passando e aos 13 anos uma nova crise aconteceu…

A Explosão da Espiritualidade

Do nada, passei a ter insônia. Fiquei aproximadamente quase um ano sem dormir à noite. Piada? Não! A pura verdade. Lembro-me que estudava de manhã e todas as noites, ficava rolando na cama e vendo e ouvindo vozes que não me deixavam dormir. Chorava de medo, de cansaço e de sono durante a noite toda. Pensei estar ficando louca. Levantava da cama e ia estudar, ficar acordada na sala de aula era um tormento.

Quando voltava da aula, podre de cansaço, cochilava no sofá vendo TV, mas não era um sono profundo e reconfortante. Na sequência, acordava e ia fazer os deveres de casa. A noite chegava e tudo recomeçava.

Entre os choros e lamentos, ouvia nitidamente vozes que falavam “ainda não caiu, mas vai…”, “não vai escapar…”, “você é nossa…”, além de ver figuras monstruosas que faziam questão de me assustar. Coisas assim, bem leves! Rsrsrs

Falava com mamãe e lá íamos nós ao Centro Espírita tratar dos amigos espirituais… E passa mais um ano…

Entre centros espíritas, desenvolvimentos mediúnicos e intuições, comecei a ler tarot para os familiares e amigos. Um belo dia, entrei em uma livraria e” fui chamada” por um tarot de Marselha apenas com os arcanos maiores. Peguei, comecei a olhar (na época os livros vinham embalados e não dava para folhear) e ouvi como se fosse um pensamento que não era meu: agora você vai começar a sua jornada. Estranhei tal pensamento, mas levei o livro com as lâminas do tarot para casa.

No começo eu abria o tarot do jeitinho que a ilustração do livro mandava, dispunha as cartas no método aprendido e lia o conteúdo das cartas no livro. Ou seja, não jogava, apenas repetia o padrão do livro. Era mais uma brincadeira do que outra coisa. Na quarta ou quinta vez que fiz isso, ouvi novamente uma voz (agora mais doce e amiga) falado: “agora que leu do jeito escrito, concentre-se e sinta o que as cartas dizem!” e assim o fiz. Meus Amores!!!! Juro por Deus que o que sentia, não tinha muito a ver com o que eu lia no livro, mesmo assim falava para as irmãs e amigas o que sentia.

O que era brincadeira começou a dar certo! Não a leitura aprendida no livro, mas o que sentia energeticamente e repassava. As questões começaram a ser respondidas de maneira assertivas, coisas que não perguntavam eram informadas do mesmo jeito e comecei a acertar demais as coisas até que …. fiquei com medo de uma consulta e parei de ler o tarot. Rsrsrsrsr

E os anos passaram, a vida seguia, a espiritualidade sempre me chamava e eu fugia…

Profissão

Como eu disse, queria ser médica e fui… só que de computadores! Rsrrsrsrs

Como a informática era o que “dava dinheiro” e não consegui passar na USP para Medicina, a opção foi fazer uma graduação em tecnologia. Achava o máximo mexer com um computador, entender como ele funcionava, como um monte de “0” e “1” formavam um programa. Enfim, fiquei apaixonada por TI e fui por esse caminho.

Nessa época, parei de frequentar centros espíritas e ficava mesmo na balada. Vamos combinar que essa é uma fase que todos passamos! (sem comentários! Rsrsrsr)

Acabei me formando em Processamento de Dados, fiz Pós em Segurança da Informação e fui trabalhar em TI. No início era dentro de um CPD (Centro de Processamento de Dados) e depois fui atuar com Segurança da Informação.

Gente! Era o máximo acabar com os ataques, descobrir pessoas de má fé, fazer engenharia reversa (invadir o invasor), nossa! Adorava… Até que dentro de um provedor (já era Coordenadora nessa época) me pediram para atuar com combate à pedofilia. Foi aí que as coisas que eram tão legais deixaram de ser… Sem entrar em grandes detalhes, foi uma fase horrível. Via coisas assombrosas, ficava desnorteada como o ser humano podia ser tão “podre” e me recusei a acreditar que não havia um lado bom nas pessoas.

Nessa época de indignação, me voltou a ideia de trabalhar com as pessoas. Via o sofrimento das famílias e das crianças, queria aliviar essa dor de algum jeito, não apenas contribuindo para a prisão desses desajustados, mas tratando a dor física, mental, emocional e espiritual dos agredidos (até aqui não pensava nos agressores!). Voltei a frequentar centros espiritas e buscar aprender mais sobre terapias holísticas.

Depois de um tempo trabalhando com isso, acabei pedindo demissão e fui trabalhar – ainda com Segurança da Informação – em outros locais. Mas sempre com a ideia fixa de trabalhar ajudando as pessoas. Eu deveria ter uns 26 anos na época e tive um clique. Disse a mim mesma: “Com 43 anos, vou trabalhar só com ajuda ao próximo. Terapias e oráculos!”.  E o tempo passa…

Desenvolvimento Mediúnico

No meio de tantas atividades, ainda fui aprender a trabalhar com a minha mediunidade. Motivo? Pois é, quando não é por amor, é pela dor… Depois de ter vivido uma infância mais ligada nas energias, já mais velha passava mal dentro da sala de passes. Toda vez que ia tomar um passe, incorporava! Gente, era horrível… não entendia a mediunidade e ficava morrendo de vergonha de ter que dar trabalho para às pessoas que davam os passes. E isso acontecia em várias casas – toda vez que passava mal, mudava de centro! Rsrsrs

Depois de tanto cair e de tanto ouvir “você precisa desenvolver a mediunidade”, acabei assimilando que só dependia de mim mudar esse padrão.

Nos estudos, acabei desenvolvendo alguns dons como a clarividência, a clariaudiência, a psicografia e a incorporação. E foi na incorporação que desenvolvi a mediunidade mais fortemente. Brinco que o tipo de ligação que tenho é a da “esponjinha” … basta eu ficar próxima ou mesmo pensar (hoje em dia) em alguém, que essa pessoa fica bem e eu ficava mal. Eu puxava tudo que era pesado que estava com a pessoa e deixava em mim… rsrsrrs

Lembro-me de uma vez que a mãe de uma amiga da minha irmã tinha falecido e fomos dar os pêsames a ela. No momento que a abracei, ela chorava copiosamente e durante o abraço e palavras de conforto ela se acalmou. Eu, em compensação, fiquei super mau. Aperto no peito, angustia, dor emocional… Interessante é que no dia seguinte, minha irmã foi conversar com a amiga e ela disse: “Nossa, depois que sua irmã me abraçou fiquei mais tranquila, me senti mais leve, em paz!” e eu que fiquei com o peso… Faz parte da jornada, né? Rsrsrsrs

Como o passar do desenvolvimento, descobri também minha afinidade com os espíritos sofredores. Ouvi de um mentor da casa em que já trabalhava: “Em outras vidas, você jogou 1000 desfiladeiro abaixo… agora você tem que carregar um a um em suas costas para trazê-los a luz novamente!”. Essa frase sempre martelava na minha cabeça quando, por várias vezes, pensei em desistir de tudo.

Aprendi a limpar as energias que puxava, a amparar os amigos espirituais em aflição e comecei uma nova transformação em minha vida… Queria ajudar não somente aos “vivos” em suas dores…, mas aos “mortos” também… E a ideia permanecia… “Quando eu tiver 43 anos, vou trabalhar só com isso….”

Meus Mentores

Ano após ano trabalhando com a mediunidade, acabei por ter a grata alegria de conhecer a minha mentora: Cigana Esmeralda! Amo-a de paixão e de todo meu coração. Foi a primeira mentora (a de frente) que se apresentou…

Estava eu, em uma reunião espírita com os médiuns da casa, e naquela noite iríamos trazer nossos mentores. Respiração, posição, concentração e de repente vejo uma mulher maravilhosa! Cabelos longos escuros, corpo escultural, olhos verdes, traços delicados… ela vem se aproximando, fica à minha frente, dá uma gargalhada deliciosa e se apresenta: Sou a Cigana Esmeralda, estou aqui como uma amiga para te ajudar na sua missão.

Gente, fiquei toooooodaaaa arrepiada, e pluft! Incorporei! Ah que sensação maravilhosa! Desde esse dia, a Esmeralda me acompanha, me aconselha e puxa a orelha também.

Enquanto eu trabalhava na casa espírita, era sempre (e apenas) ela que se manifestava e quem eu via.

Com o passar do tempo, e mais a frente explicarei melhor, acabei conhecendo meus outros mentores: Pretos Velhos, Marinheiros, Encantados, Crianças, Caboclos, Baianos, Boiadeiros, Ciganos, Exus, Pombagiras, Malandros, Cura e linha Branca também.

Não tenho palavras para descrever o amor, carinho e respeito que tenho por eles e principalmente: gratidão!

Foi quando os conheci que vi que minha missão era mesmo atuar com as pessoas! E ainda pensava: “Quando eu tiver 43 anos, vou trabalhar só com isso….”

O Pulo da Gata

Então, né? Continuava trabalhando com Segurança da Informação, mudei várias vezes de empresas, já estava cansada de lidar com ataques de computador, estressada, descobri que fique com pressão alta, tive crise de ansiedade… enfim, estava a ponto de explodir com tudo e com todos.

O que me alegrava eram os cursos que fazia de terapias holísticas, trabalhar em centro espírita e aprender com a Esmeralda as questões espirituais e o desenvolvimento oracular. Criei em sociedade com minha irmã um espaço físico para atendimento terapêutico e de tarot e fazia as consultas normalmente aos finais de semana. Era mais gostoso do que lucrativo, mas me fazia muito bem! Casei, descasei, casei de novo, descasei de novo… e a vida seguia seu rumo.

Era infeliz na área de TI, mas dava dinheiro…. Sempre fui bem organizada financeiramente. Poucas vezes gastei mais do que devia e tinha um dinheiro guardado, mas ainda não conseguiria viver só de terapias.

Eis que fiz 43 anos em julho de 2016… e agora? Como realizar o meu sonho??? Pois é… tudo o que a gente pede é ouvido! Tinha tanta vontade de trabalhar só com isso aos 43 anos (e não me perguntem o motivo da idade, só sabia que era com 43) que em dezembro fui demitida! Exatamente… eu era executiva em Segurança da Informação, uma equipe enorme que gerenciava, trazia resultados e do nada, me mandaram embora… Após a conversa com o CEO da empresa e recuperada do choque, só ouvi a Esmeralda dizer: “Agora você vai trabalhar com o que se comprometeu… ajudar as pessoas a serem mais felizes!”

Gente, perdi o chão. Como eu, que só tinha cursos e ajudava pessoas próximas (até mesmo amigos de amigos), iria trabalhar só com isso? Como iria sobreviver? Como conseguiria ganhar dinheiro com terapias e tarot? Parei de pensar… rezei muito e confiei!

Agora Vai …

Bem, como fui demitida em dezembro, não tinha muito o que fazer, afinal época de festas e também a recuperação do choque inicial e o planejamento para o que estaria por vir.

Em janeiro/2017 após desenhar vários planos para fazer o espaço crescer, comecei a colocar a mão na massa.

Achava que ainda faltava conhecimento e decidi me dedicar mais ainda a esse lado. Fui me especializar em Florais de Bach, Reiki, Cromoterapia, Cristaloterapia,  Radiestesia, Termoterapia (Pedras Quentes e Frias), Acupuntura (Sistêmica, Micro Sistêmica e Facial), Ventosaterapia, Auriculoterapia, Cranioterapia, Moxabustão, Eletroterapia, Argiloterapia, Psicoterapia Holística, Aromaterapia, Dietoterapia, Fitoterapia, Massoterapia, Reflexologia Podal, Coaching, Mentoring, I Ching, Ho’oponopono, Relaxamentos e meditações… Foram tantos cursos (e outros mais que nem escrevi)  e cada um que fazia me motivava a fazer outro e outro… Adorava (e ainda adoro) estudar! Só que tudo isso só fazia meu curriculum crescer, mas dinheiro para pagar as contas…. ainda não rolava!

Com essa pegada mais terapêutica e como tudo o que eu aprendia também usava em mim – sim, porque só faço o que acredito! – me conectava mais e mais com a espiritualidade, até que num belo dia, a Cigana Carmencita se apresentou e disse: “Vamos aprender a sorte?”

Sem nem pestanejar, já me coloquei em posição e disse para ela me ensinar tudo o que me era permitido saber. Através da Carmencita aprendi a leitura do Baralho Cigano, Baralho Profano, Cafeomancia (leitura da borra de café), Teimancia (leitura das folhas de chá), Quiromancia (leitura das mãos) e outras “sortes” que nem imaginava existir (leitura de conchas do mar, leitura de vela, etc.). Claro que aprendizado nunca é demais e adorei conhecer todas as “sortes” ciganas que ela me ensinou, mas meu foco hoje em dia fica com Tarot e BC. 😊

Pois bem: sabia muita coisa, ensinava as pessoas a se melhorarem, lia a sorte e ajudava as pessoas com atendimentos filantrópicos, mas ainda nada de conseguir ter um retorno financeiro.

Foi quando peguei todo o planejamento que tinha feito e decidi colocar em prática: Fiz anúncios, propagandas, promoções, criei grupos em redes sociais e os clientes começaram a aparecer, graças a Deus!

Mas não foi

Só que, conforme as pessoas iam melhorando, elas deixavam de se cuidar – terapeuticamente falando.

Aprendemos na Medicina Chinesa que devemos ser preventivos e não reativos, mas aqui no Ocidente, as pessoas só correm quando estão com dor! Passando a dor, começam a focar nos outros e acabam se deixando de lado…

Fiquei 2017 inteiro vendendo o almoço para pagar o jantar… conseguia me manter, mas sem poder fazer nada demais… Isso foi me desmotivando, desmotivando… até que pensei “Vou voltar a trabalhar com TI, pelo menos até eu juntar mais dinheiro e conseguir viver somente disso…”. Chorei 3 dias direto!

Comecei a mandar curriculum, a reativar os contatos, mas com tanta dor no coração que nada dava certo… e os boletos chegando…

Continuava indo a centros espíritas – já não trabalhava mais em nenhum pois a casa que trabalhava fechou – mas não conseguia me achar. Passei em várias casas de Kardecismo e de Umbanda, mas não me identificava.

Ainda nessa sofrência toda (rsrsrsrs), minha irmã caçula que era da Umbanda, vira e fala: “Irmã, já que a gente não está se achando em nenhuma casa espírita, que tal a gente montar o nosso centro?”. Cai na gargalhada. A minha resposta de imediato foi “como a gente vai abrir uma casa sem ter condições?”.

Eis que a Esmeralda aparece e me fala: “Se você acreditar, vai conseguir! Além disso, o trabalho que você tem que fazer não é apenas físico. Confie!”. E pronto… Abrimos uma casa híbrida – kardecista e umbandista que funciona até hoje.

Desespero total, mas fé enorme… Mais dura que rapadura, mas acreditando na espiritualidade que provê, me dediquei de corpo e alma ao trabalho espiritual… Pensava, isso vai me dando forças para que eu recomece em TI… E nada de aparecer um emprego.

A Grande Virada

Nada parecia dar certo, as terapias não rendiam, o centro não tinha assistidos, desanimo geral…

Eis que numa noite, angustiada, a Esmeralda volta a aparecer e diz: “Menina, quem confia não esmorece! O Centro vai ter todas as giras sem nenhum assistido para que vocês (eu e minha mana) possam sentir as energias e aprender com os mentores. Seu trabalho com as pessoas e com os espíritos vai começar com muita força, mas você precisa acreditar e confiar. Não se assole! Boas coisas virão!”.

E não é que vieram mesmo! 😊

O centro permaneceu sem uma alma (encarnada pelo menos) por uns 4 meses. Durante esse período, todos os mentores das linhas que falei acima, se apresentaram e somente após isso é que o centro de verdade abriu as portas. Uma amiga veio, que trouxe outra pessoas e outra pessoa e assim por diante. Hoje somos uma grande família que se apoia e cresce em uníssono.

Recebi proposta para trabalhar em um site de atendimento esotérico onde eu faria meus horários, clientes chegaram para diversos atendimentos – até desenvolvi uma terapia que engloba várias outras (Equilíbrio Energético), participei de feiras. Até mesmo simpatias me são passadas pelos mentores! Tudo mudou!

Entendi que não adianta apenas o querer! Tem que acreditar!!!! E é acreditar de verdade. É saber que atrás das nuvens, o sol quente e brilhante ainda está lá. Que tudo aquilo que a gente coloca o coração, dá certo.

Que somente através do amor, da fé e da caridade é que se conquista o Mundo!

Hoje faço o que amo! Atendo meus amigos (sim, pois não os considero somente como clientes) online, com horários marcados, tenho tempo para mim e para a minha filhota (sou mãe de uma cachorrinha lindaaa!), não penso mais em tecnologia, nem em várias terapias e se vou conseguir pagar um boleto. Sabe por quê? Porque sei que faço o bem, que me dedico, que dou o meu melhor e que nada nem ninguém pode contra isso. Confio em Deus e no bem que faço às pessoas.

É essa a minha história. Que ela possa te inspirar e fazer você acreditar em si mesma e na energia superior que nos criou para sermos felizes!

E como se diz por aí: “Acredite em você mesma e chegará um dia em que as outras pessoas não terão outra escolha senão acreditar com você!”

Que Deus nos abençoe! Um grande beijo!

Mah

OPTE POR VOCÊ

Consulta de Florais de Bach